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Finanças comportamentais: Por que tomamos decisões ruins com o nosso dinheiro?

Diego Velázquez
By Diego Velázquez
outubro 3, 2025
6 Min Read
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Descubra como nossas emoções influenciam escolhas financeiras e afetam o bolso.
Descubra como nossas emoções influenciam escolhas financeiras e afetam o bolso.
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A economia tradicional pressupõe que os indivíduos são seres racionais que sempre tomam decisões visando a maximização de seus lucros. Porém, como considera Teciomar Abila, a realidade do nosso dia a dia demonstra o oposto: frequentemente tomamos decisões ruins com o dinheiro, agindo por impulso, emoção ou por vieses cognitivos inconscientes. As finanças comportamentais surgem exatamente para preencher essa lacuna, estudando o motivo da psicologia humana se desviar da lógica racional na gestão financeira.

Contents
Qual é o papel dos vieses cognitivos na gestão do dinheiro?Emoções e a influência na tomada de decisãoO efeito manada e a prova socialComo funciona a contabilidade mental? Estratégias para superar as armadilhas comportamentaisFinanças comportamentais e a importância do autoconhecimento!

Se você deseja entender esse campo multidisciplinar vital e compreender suas próprias armadilhas mentais para melhorar sua saúde financeira, continue lendo a seguir!

Qual é o papel dos vieses cognitivos na gestão do dinheiro?

O cerne da finança comportamental reside na identificação dos vieses cognitivos, que são atalhos mentais que o cérebro utiliza para simplificar a tomada de decisão. Esses vieses, embora úteis para a sobrevivência em ambientes complexos, frequentemente nos levam a decisões ruins com o dinheiro. Três vieses se destacam:

Entenda os erros comuns nas decisões de dinheiro sob a ótica das finanças comportamentais.
Entenda os erros comuns nas decisões de dinheiro sob a ótica das finanças comportamentais.
  • Aversão à perda: a dor de perder é psicologicamente duas vezes mais forte do que o prazer de ganhar. Isso faz com que as pessoas se apeguem a investimentos ruins por medo de realizar o prejuízo, ou se tornem excessivamente cautelosas em oportunidades de alto retorno;
  • Viés de confirmação: a tendência a buscar, interpretar e lembrar de informações que confirmam crenças preexistentes. No mercado, isso se traduz em ignorar sinais de alerta que contradizem um investimento feito;
  • Heurística da disponibilidade: basear a probabilidade de um evento em quão fácil é lembrar de exemplos. Após uma crise recente, as pessoas superestimam o risco de outra crise, levando a decisões ruins com o dinheiro, como resgates precipitados.

Emoções e a influência na tomada de decisão

As emoções exercem um poder imenso sobre a forma por que tomamos decisões ruins com o dinheiro. O medo e a ganância são as emoções mais proeminentes no mercado financeiro.

  • Medo: Em momentos de queda do mercado, o medo pode levar o investidor a vender seus ativos em pânico, concretizando prejuízos que seriam temporários;
  • Ganância: Em períodos de euforia, a ganância incentiva o excesso de otimismo e o investimento em ativos de alto risco e valorização irreal, muitas vezes seguindo a manada (o efeito manada);

Para Teciomar Abila, a disciplina emocional é, muitas vezes, mais importante do que a análise fundamentalista para o sucesso financeiro a longo prazo. O investidor que consegue manter a calma em momentos de turbulência tem uma vantagem significativa.

O efeito manada e a prova social

O efeito manada é um dos fenômenos mais estudados pelas finanças comportamentais. A necessidade social de pertencer e a crença de que a maioria está certa levam indivíduos a seguir o comportamento de um grande grupo, mesmo que ele seja irracional. No mercado, isso se manifesta na compra massiva de ações “da moda” ou na retirada conjunta de investimentos durante uma crise. Como comenta Teciomar Abila, tomamos decisões ruins com o dinheiro frequentemente porque a dor de estar errado sozinho é maior do que a de estar errado em grupo. A prova social (ver outros agindo) sobrepõe-se à análise racional individual.

Como funciona a contabilidade mental? 

Outro conceito-chave é a contabilidade mental, onde as pessoas separam o dinheiro em “contas” mentais diferentes, ignorando que o dinheiro é fungível. Por exemplo, alguém pode ser rigoroso com o orçamento doméstico (dinheiro do trabalho) e, ao mesmo tempo, gastar impulsivamente com bônus ou heranças (dinheiro “fácil”). Similarmente, o enquadramento (framing) — a forma como a informação é apresentada — altera a percepção de risco e o resultado da decisão. Apresentar um investimento com 90% de chance de sucesso é mais atrativo do que um com 10% de chance de fracasso, embora ambos signifiquem a mesma coisa. Conforme Teciomar Abila, o cérebro reage à forma, e não apenas ao conteúdo, da informação financeira.

Estratégias para superar as armadilhas comportamentais

O conhecimento de finança comportamentais é o primeiro passo para evitar decisões ruins com o dinheiro. Estratégias como a automação de investimentos e a criação de regras rígidas de aporte ajudam a retirar a emoção do processo.

  • Automatizar: programar transferências mensais para investimentos elimina a necessidade de tomar uma decisão emocionalmente carregada todos os meses;
  • Diversificar: a diversificação mitiga o risco e reduz a aversão à perda, pois a má performance de um ativo é compensada pelo desempenho de outros;
  • Consultar: Buscar a opinião de um consultor financeiro imparcial ajuda a desafiar o viés de confirmação e fornece uma perspectiva externa e lógica.

Finanças comportamentais e a importância do autoconhecimento!

As finanças comportamentais oferecem insights profundos sobre a razão de tomarmos decisões ruins com o dinheiro, provando que somos seres humanos, não calculadoras. Como pontua Teciomar Abila, entender os vieses e as influências emocionais é fundamental para desenvolver a disciplina e a paciência necessárias para o sucesso financeiro a longo prazo, transformando o autoconhecimento em uma poderosa ferramenta de investimento.

Autor: Jeff Adyarus

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