Como sugere o CEO Ian Cunha, a diferenciação em mercados concorridos não nasce de slogans criativos. Ela nasce de uma proposta de valor que o cliente entende rápido, confia e consegue comparar a favor, mesmo diante de alternativas parecidas. Tratar clareza como vantagem competitiva, porque o mercado não premia complexidade, premia decisões fáceis. Se você quer parar de disputar apenas por preço e começar a competir por preferência, continue a leitura.
Diferenciação em mercados concorridos: Clareza vence barulho
Em mercados cheios, muita gente tenta se destacar com intensidade: mais conteúdo, mais anúncios, mais promessas. O problema é que barulho não é posicionamento. À luz de uma estratégia madura, a marca que cresce de forma consistente costuma ser a que comunica um recorte claro: para quem é, qual problema resolve e qual ganho entrega.

Clareza é uma forma de eficiência. Ela reduz esforço de venda e diminui objeções, porque a pessoa sente que “isso é exatamente para mim”. Como resultado, a conversão melhora, não por mágica, mas por alinhamento. Em última análise, a clareza elimina a necessidade de convencer demais.
Por que ter qualidade não basta?
Qualidade é uma palavra fraca quando todo concorrente a utiliza. No consumo e em serviços, quase todos se posicionam como bons, rápidos e confiáveis. Assim sendo, a proposta de valor precisa ir além do genérico. Ela precisa transformar qualidade em algo concreto e percebido.
Como observa o fundador Ian Cunha, o cliente não compra qualidade como conceito. Ele compra segurança de resultado, redução de risco, economia de tempo, previsibilidade e experiência sem dor de cabeça. Dessa forma, a diferenciação acontece quando você traduz valor em consequência. O cliente entende o que muda na vida dele ao escolher você.
Proposta de valor é compromisso, não enfeite
Proposta de valor não é a frase que cabe no site. Ela é um compromisso operacional. Se a empresa promete simplicidade, precisa entregar simplicidade. Se promete velocidade, precisa sustentar velocidade. Se promete cuidado, precisa demonstrar cuidado em cada ponto de contato. Caso contrário, o posicionamento vira frustração.
Como pontua o CEO Ian Cunha, diferenciar exige coerência. Coerência é a repetição do essencial. O mercado passa a associar a marca a um padrão. Isso é o oposto de verniz. É construção de confiança. E confiança, em mercados concorridos, é o ativo que reduz a comparação infinita e aumenta a preferência.
O inimigo é a complexidade
Um dos motivos pelos quais empresas não se diferenciam é a tentativa de falar com todo mundo. Elas colocam tudo na proposta, tentam cobrir todos os casos, e a mensagem perde força. O cliente não entende o recorte, e a marca vira genérica.
No entendimento do superintendente geral Ian Cunha, simplificar aumenta eficiência porque melhora o foco. Quando a empresa tem um recorte claro, ela alinha produto, atendimento e comunicação em torno desse recorte. Como resultado, a experiência fica mais consistente, e a diferenciação se fortalece sem precisar gritar.
Como a confiança reduz a guerra de preço?
Preço domina quando o valor não é evidente. Quando a proposta de valor é clara, o cliente aceita pagar mais porque percebe menos risco e mais previsibilidade. Isso não significa que preço deixa de importar, mas significa que ele deixa de ser a única variável. Assim sendo, a empresa preserva margem e ganha fôlego para investir em qualidade e experiência.
Diferenciação em mercados concorridos é criar proposta de valor clara, coerente e operacionalmente sustentada. Portanto, o caminho mais forte é reduzir ruído, explicitar o recorte e transformar benefícios abstratos em consequências percebidas.Como ressalta o CEO Ian Cunha, quem comunica com clareza e entrega com consistência cria preferência, e preferência é a forma mais sólida de competir sem viver refém de desconto.
Autor: Jenff Adyarus

